sexta-feira, 4 de junho de 2010

as minhas vindas para escrever andam tornando-se frequentes, (ando mais triste ou mais criativa?) ambos sentimentos em mim, devem estar ligados, sempre soube que a muralha que eu mesma construia entre meus sentimentos, e o mundo era perfeita.
decidi crescer, achei quebrar muralhas, várias que eu levava comigo, inevitável.
pois bem, parei, pensei, e será que muralhas devem mesmo ser destruidas? ou preservam algo que não deve ser mostrado ao mundo? algo meu.
meu amor sempre guardei para os mais especiais, minhas opinião sempre foram minhas, claro, nem sempre sensatas, mas próprias, e o muro da sensibilidade, ali, intocável.
E quem diz que para se evoluir deve se abrir mão de coisas, concordo. Mas dos meus muros, eu me arrependo, as vezes. Nele tudo que era bonito e necessário tava dentro, e o que podia ferrir, fora.
O mundo de gente grande como também é conhecido hoje me toca e me faz sentir, sinto falta de cheiros, de gostos, de tempos e quem sabe, de sentimentos, que só eu possuia.

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